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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Olá pessoal, hoje começaremos aqui em nosso blog, uma serie de postagens com a finalidade de contar e discutir com vocês grandes histórias ocorridas no mundo. Começaremos aqui com a história da civilização Viking. Temos o intuito de publicar várias histórias, buscando auxiliar seus estudos para o vestibular ou ENEM. Boa Leitura!

As Invasões Viking's







Durante a Baixa Idade Média, a civilização viking deu início a uma série de invasões que marcariam o instável quadro político militar europeu. Pertencentes a uma civilização de forte tradição militarista, os vikings acreditavam que os conflitos ocupavam um importante espaço de suas crenças e práticas sociais. Dessa forma, entre os séculos VIII e XI, deflagraram um grande número de batalhas que tomaram boa parte do Velho Mundo.
Os vikings são oriundos das gélidas terras encontradas nas regiões da Noruega, Dinamarca e Suécia. Nestas regiões – apesar da falta de recursos fartos – praticavam a agricultura, a pesca e o comércio de diversos produtos como trigo, peixes, metais, madeira e alguns escravos. Historicamente, foram capazes de formar uma cultura autônoma, tendo em vista que os romanos não promoveram a ocupação dos domínios escandinavos.
Mesmo partilhando diversos hábitos e costumes, os vikings não experimentaram nenhum tipo de governo centralizado capaz de organizar as invasões à Europa. Geralmente, pequenos grupos independentes organizavam as pilhagens que começaram a atingir o mundo europeu a partir das ilhas britânicas. Faziam uso do drakkar, tipo de embarcação leve, com a qual os vikings alcançaram a Europa por vias marítimas e pluviais. Não por acaso, iniciaram a ocupação da Europa Continental adentrando o Rio Sena.
Apesar das invasões atingirem essas duas primeiras localidades, a ocupação dos vikings ocorreu simultaneamente em diversas partes da Europa. Um dos alvos mais visitados era a Irlanda, que devido à proximidade e a ajuda dos ventos fazia com que essa investida militar ocorresse sem maiores dificuldades. Enquanto os vikings noruegueses e dinamarqueses invadiam regiões da Espanha e da França, os suecos costumavam invadir partes da Polônia, Letônia, Lituânia e Rússia.
Ao contrário do que se pensa, não podemos definir que a invasão realizada pelos vikings tenha ocorrido por uma mera inclinação para a guerra. De acordo com algumas pesquisas, o processo de expansão territorial dessa civilização foi gradual e, provavelmente, foi motivado pelo problema do aumento dos contingentes populacionais em terras pouco férteis. Contrariando vários mitos ligados a essa civilização, os vikings não eram xenófobos e realizavam comércio com vários povos estrangeiros.
Outra interessante “tradição inventada” vinculada aos povos vikings está relacionada ao hábito de utilizar elmos com chifres. Pesquisas arqueológicas indicam que uma pequena parte dos combatentes utilizava esse tipo de aparato, mais comumente usado para a realização de rituais religiosos. Essa associação entre os vikings e os chifres aconteceu com a popularização, durante o século XIX, de peças teatrais e óperas que incorporaram esse vistoso ornamento.
Nesse processo de expansão, também responsável pela colonização de diversas terras nórdicas, os vikings acabariam antecipando em cinco séculos a viagem feita por Cristóvão Colombo. Por volta do ano 1000, segundo vestígios encontrados na costa leste do Canadá, um grupo de vikings dominou algumas terras nesta região investigada. Contudo, as dificuldades de fixação e o confronto com os povos nativos acabaram dando fim a essa empreitada.
Na mesma época, por volta do século XI, a expansão dos povos vikings pela Europa começava a dar seus primeiros sinais de desgaste. Além de sofrerem com diversas derrotas militares, o avanço do cristianismo pelo continente acabou enfraquecendo a formação de novas tropas dispostas a lutar. Apesar de tantas transformações, as tradições e lendas criadas por essa civilização ainda se mostra presente em diversos traços da cultura européia contemporânea.

Texto de: Rainer Sousa
Fonte:  http://historiadomundo.uol.com.br/idade-media/as-invasoes-vikings.htm

domingo, 26 de julho de 2015

Para o que serve o ENEM?

Ouvimos especialistas em Educação para esclarecer dúvidas freqüentes em relação ao Enem


26/05/2015 18:56
Texto Marina Azaredo e Camilo Gomide 
Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/politica-publica/pra-que-serve-enem-470728.shtml
 
 

O que o Enem avalia? Podemos medir a qualidade de uma escola pelo desempenho de seus alunos na prova? Ele é um bom parâmetro para avaliar a Educação brasileira?

As mudanças recentes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), anunciadas pelo governo, provocaram polêmica em torno da prova e de seus objetivos. Muito tem sido dito sobre o exame do ensino médio, mas ainda faltam definições concretas, o que tem causado confusão em estudantes, pais, professores e profissionais da área. Uma das distorções mais frequentes ocorre quando a nota dos alunos no Enem serve de base para a criação de rankings de escolas.

Para entender melhor os propósitos do exame e as conseqüências da transformação da prova, o Educar Para Crescer consultou três especialistas em Educação. Nas questões abaixo, o sociólogo Simon Schwartzman, presidente do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, o professor da faculdade de Educação da USP Nelio Bizzo e o coordenador de vestibular do Colégio Bandeirantes, em São Paulo (SP), Osmar Antônio Ferraz*, ajudam a esclarecer algumas dúvidas sobre o Enem.


*A entrevista original desta reportagem foi realizada em 2009, mas as informações foram atualizadas. Osmar Antônio Ferraz faleceu em 08 de maio de 2015. 

1. O que o Enem avalia?
Simon Schwartzman: A prova do Enem avalia, sobretudo, habilidades gerais dos alunos que estão concluindo o ensino médio. Ao invés de cobrar conteúdos específicos, como no tradicional vestibular, o exame analisa a capacidade de leitura, interpretação de texto e a aplicação de conceitos dos estudantes.

Nelio Bizzo: O Enem foi proposto inicialmente para aferir a capacidade de raciocínio dos alunos, na tentativa de diminuir as desigualdades entre estudantes de escolas públicas e particulares. O modelo, no entanto, tem se mostrado muito mais eficiente para medir o nível de leitura e interpretação de textos dos candidatos do que o raciocínio. A habilidade leitora é muito mais desenvolvida pelas classes mais privilegiadas, que possuem acesso maior à escolarização e bens culturais.
Simon Schwartzman: O exame não avalia o conteúdo específico da aprendizagem. Não verifica se o aluno aprendeu o que o currículo do ensino médio deveria ensinar. Isso tem a ver com o fato de que, no Brasil, nós não temos um currículo muito bem definido. Alguns países têm uma grade curricular muito mais estruturada. Os alunos, ao final do ensino médio, têm que saber determinados conteúdos de matemática, geografia, história, etc. No Brasil, isso não é bem delimitado. Temos alguns parâmetros curriculares, mas eles são muito vagos. E o Enem não mede isso. Portanto, é impossível saber se os alunos estão aprendendo e o que eles sabem.

Osmar Antônio Ferraz: Ao contrário dos vestibulares, o Enem não avalia conhecimentos específicos de maneira aprofundada. Mas não é verdade que ele não o faça: esses conhecimentos específicos são abordados de maneira interdisciplinar.
 

domingo, 7 de setembro de 2014

Ideb põe em alerta ensino de 779 municípios no País

Região Sudeste, embora seja a mais rica do País, é a que concentra a maioria dos municípios em "estado de alerta"

06/09/2014 20:17 - Estadão Conteúdo
 
 Os anos iniciais do ensino fundamental público em 779 municípios do País ficaram em “estado de alerta”, segundo os dados do Índice Brasileiro da Educação Básica (Ideb) 2013, divulgados na quinta-feira (6) pelo Ministério da Educação (MEC). Isso significa que, do 1.º ao 4.º ano, em nenhuma dessas cidades o Ideb avançou, bateu as metas ou atingiu o nível 6 - projeção feita pelo MEC para o Brasil em 2021, dentro de uma escala de zero a dez.
O total de cidades “reprovadas” corresponde a 14% do total de municípios do País. No caso da segunda fase do ensino fundamental, do 5.º ao 9.º ano, são 471 municípios na mesma situação de alerta - 8,5% das cidades brasileiras. Já para o ensino médio o ministério divulga somente as notas por Estados.
O número de cidades “em alerta” pode até ser maior, por causa da quantidade de municípios em que não é possível fazer o cálculo de evolução por falta de nota em 2013 ou em 2011, ano da penúltima edição. As cidades que não têm o mínimo de participantes exigido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do MEC responsável por calcular o Ideb, não terão medição.
O recorte por avanços, metas e projeções dá melhor noção sobre a situação de cada cidade. Especialistas são bastante críticos em relação aos rankings que tentam listar Estados, municípios ou escolas e desconsideram outros fatores que permitem aprofundar a análise dos dados. Outro problema das médias é esconder o impacto de cada um dos componentes do Ideb - as notas de aprendizagem em Português e Matemática e o nível de aprovação, que mede a evasão e a repetência. Como as políticas de fluxo escolar são um caminho mais fácil para melhorar o Ideb, em alguns casos as variações de aprendizagem registram piora, porém não ficam no centro das análises.
A Região Sudeste, embora seja a mais rica do País, é a que concentra a maioria dos municípios em “estado de alerta” nos últimos anos do fundamental. São 196 municípios, de 471 - 41,6% do total. Entre os paulistas, são 49 nessa situação.
Já no caso dos anos iniciais do fundamental, 224 cidades com o sinal vermelho ligado pertencem ao Sudeste - 28,8% do total de cidades reprovadas. Desse grupo, 41 se localizam no Estado de São Paulo.
 
Diagnóstico
 
O cenário é preocupante, sobretudo ao se considerar que na maioria dos municípios em “estado de alerta” o índice não ficou estagnado, mas recuou. No Congresso Nacional, tramita há oito anos o projeto de Lei de Responsabilidade Educacional, que tornaria inelegível por cinco anos o prefeito que piorar os índices locais de qualidade de educação.
Os defensores do projeto acreditam que a lei seria uma ferramenta jurídica para que a Defensoria Pública e o Ministério Público cobrassem resultados dos gestores na Justiça, com chances de punição por improbidade administrativa. A oferta de ensino de qualidade é prevista pela Constituição, mas não há punições previstas para o descumprimento.
Já os críticos à proposta acreditam que a lei incentivaria uma “caça às bruxas” e a melhora de dados depende da quantidade de recursos de cada prefeitura, o que tende a melhorar com a maior participação de verbas do governo federal prevista no Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado em junho. Outro argumento é que o Ideb pode ser afetado por problemas circunstanciais, como uma greve longa de professores da rede.

Fonte: http://www.folhape.com.br/cms/opencms/folhape/pt/geral/brasil/arqs/2014/09/0071.html

domingo, 17 de agosto de 2014

O Legado Educacional de Eduardo Campos Parte I

Todos nós sabemos, que na última quarta-feira 13 de Agosto de 2014, faleceu vítima de um desastre aéreo do Ex-Governador de Pernambuco e Presidenciável da República Eduardo Campos. A morte do brilhante gestor e político, causou na última semana comoção nacional, sendo lembrado como importante líder jovem e político do país.
Eduardo Campos deixou seu legado para a nação e em especial para a sociedade Pernambucana, que o eternizou como o melhor governador que Pernambuco já elegeu. Por isso, vamos agora iniciar uma série de artigos sobre o seu legado na área educacional do Estado e o que seria sua proposta de governo no eixo Educação e Cultura.



No que se diz respeito a Educação, Pernambuco se destaca em modelo de gestão educacional, em comparação aos demais estados do Brasil. Esta ascensão educacional no estado se deu a partir de 2006 quando o governo do Estado de Pernambuco é assumido pelo então eleito Eduardo Campos. Com uma proposta mais social, Eduardo começa sua luta para reformar o sistema educacional do estado, que já estava sucateada pela falta de investimentos necessários pelos governos anteriores. Tínhamos professores mal remunerados e desestimulados, escolas com infra-estrutura sucateadas, sem internet, ser apoio e recursos pedagógicos, poucos educadores concursados, escolas sem bibliotecas e sem acervo e o pior, o nível de aprendizagem dos alunos da educação básica era um dos piores do Brasil, segundo o censo escolar de 2006. As escolas estavam sofrendo com a evasão escolar dos alunos, e o número de matrículas na rede estadual caiu cerca de 0.8%. Isso acontecia desde o ano 2000, por vários fatores, mas a falta de investimentos e a falta de interesses dos anteriores governantes, foram os principais fatores que contribuíram para o sucateamento da educação.
 
 
 
Foi no começo de seu governo que Campos começou a modificar todo o sistema educacional do estado. o Governo passou a investir de forma inédita na educação, e planejou as mudanças educacionais que tanto o estado necessitava. Com a modernização da gestão, o governo começou a investir na educação inclusiva, EJA, na criação e modernização de programas sociais de educação como o PROJOVEM Urbano, Projeto Educar entre outros.
 
Em 2008 o Governo do Estado de Pernambuco traça suas metas educacionais. Então é publicado pela secretaria de educação, as diretrizes educacionais e de avaliação do ano letivo de 2008, com uma concepção inédita no que se diz respeito a avaliação dos alunos. A INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04/2008 dispunha sobre as diretrizes e procedimentos para implantação do Sistema de Avaliação das
Aprendizagens nas Escolas da Rede Estadual de Ensino a partir do ano letivo de 2008.
 
No mesmo ano, o Governo também investe pesado na educação rural, onde começam a ser reformadas todas as escolas existentes nas áreas rurais do estado, e é ofertada aos professores capacitação profissional para melhoria da educação.
 
em 2011 todos os professores da rede estadual passam a receber capacitação. Para otimizar o trabalho dos servidores da Secretaria Estadual de Educação (SEE), foi lançado pelo secretário da pasta, Anderson Gomes, o projeto Aprender TI On Line. A ideia é capacitar os trabalhadores efetivos em 14 cursos de informática. Ao todo, foram oferecidas 25 mil vagas nos níveis básicos, médio e avançado em Word, Excel, Power Point, Outlook, Windows e Internet Explore.
Ainda em 2011, o estado abre concurso em Fernando de Noronha (DEFN) para seleção pública simplificada visando a contratação de 164 profissionais para atuar na área da Educação.
 
As escolas de referencia, conhecidas como escolas integrais, em Pernambuco, foram criadas a partir do ano de 2008, pelo governo estadual. A ideia principal era de ofertar aos alunos uma escola de referencia em ensino médio, que funcionava em tempo integral, ou seja, o aluno passa o dia inteiro dentro da escola, fazendo assim que o nível de aprendizagem do aluno fosse o mais elevado do país.
em 2011, o modelo de escola integral foi o mais premiado do país, por que as escolas tiveram nota acima da média nacional no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) do ano de 2010. Das 51 unidades escolares de referência, 45 alcançaram 542,21 pontos. A média do País foi de 511,21. Entre as 10 instituições desse modelo que contaram com participação de mais de 75% dos estudantes, seis estavam localizadas no interior pernambucano.
Nesse ranking, a Escola de Referência em Ensino Médio Professor Adauto Carvalho, localizada em Serra Talhada, Sertão de Pernambuco, foi a primeira colocada, atingindo 586,96 pontos. Comparada com as escolas públicas, ela ocupava naquele ano a 9ª posição. O resultado também era visto na aprovação dos alunos nos vestibulares. Dos 196 que concluíram o ensino médio em 2010, cerca de 150 ingressaram no ensino superior.
 
Ainda em 2011 o Estado investiu na criação de produção de materiais didáticos por professores da rede estadual de ensino. Foram abertas as inscrições para os professores efetivos ou temporários que quisessem produzir materiais didáticos sobre arte, biologia, educação física, língua espanhola, filosofia, física, geografia, história, língua inglesa, língua portuguesa, matemática, química e sociologia e que seriam utilizados em toda a rede. O projeto recebeu o nome de "Professor Autor".
 
Daí, o governo começa a informatizar toda a rede de ensino, mas não só os professores, mas também os alunos. O governo naquele ano começa a investir pesado no uso de aparelho tecnológicos em salas de aula. Começa então a distribuição de tablets para todos os alunos da rede estadual de ensino, e notebooks para professores. Isto era uma ação inédita para fins educacionais, algo que o governo teve toda a coragem de realizar com êxito. Além disso, foi ofertado aos professores capacitações para a melhor utilização deste acervo tecnológico em pró da educação.


 

Fonte: www.educação.pe.gov.br; www.google.com.br; www.wikipedia.com.br

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O Enem muito além da vaga na universidade

Nota no Exame nacional pode ser útil para outras finalidades estudantis, Saiba aproveita-las para sua necessidade.

Ingressar em uma universidade é sem dúvidas, o maior objetivo dos estudantes que se inscrevem no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Mesmo tendo como principal função servir de acesso as instituições de ensino superior, a prova nacional acumulou outros objetivos ao longo das edições. O programa Ciências sem Fronteiras, o Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (ProUni), por exemplo, também exigem o exame.
 
Para o Diretor Pedagógico do Colégio Motivo, Eduardo Belo, o Enem é hoje o principal canal para a realização de diferentes projetos de vida dos estudantes. "Um jovem não pode mais pensar em não fazer o Enem. O Exame está mudando o ensino médio do país e deve ser realizado mesmo por quem não quer entrar em uma universidade Pública. Muitas vezes, até para faculdades particulares, o Enem é pedido", Ressaltou.
 
A estudante do 4º período de Filosofia da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) Marianne Demézio, 19 anos, só conseguiu garantir uma vaga na instituição de ensino superior graças ao Enem. "Fiz vestibular para três universidades públicas, mas não passei. Com a nota do exame, consegui uma vaga pelo ProUni", contou, referindo-se ao programa de bolsas de estudos. Este ano, o Enem acontece nos dias 8 e 9 de novembro.
 
Das 63 universidades federais brasileiras, 55 usam o Sistema de Seleção Unificada (SISU) parcial ou totalmente. Para concorrer a uma vaga pelo Sisu, é necessário ter feito o Enem. Em Pernambuco as notas são usadas para disputar vagas na UFRPE, UFPE, UPE, Univasf, IFPE, IFSertão. Além das instituições públicas, várias particulares também usam a nota como opção de vestibular.

Fonte: Diário de Pernambuco edição de Domingo, 03 de Agosto de 2014. Reportagem: Anamaria Nascimento.